Doenças laborais - Rotinas que nos deixam doentes

Apesar de a pandemia ter mudado a forma como trabalhamos, a verdade é que, com o desconfinamento a acontecer gradualmente, mais tarde ou mais cedo, a maioria de nós irá regressar ao seu local de trabalho habitual.

E com isso regressam muitas das condições que originam as chamadas doenças laborais.

A pandemia alterou muito significativamente a forma como trabalhamos. No entanto, apesar de o teletrabalho poder continuar a ser uma realidade para alguns, a maioria regressará progressivamente às empresas, sejam fábricas, comércio ou serviços, para aí passar cerca de um terço do seu dia.
Não admira que, demasiadas vezes, o ambiente impróprio, as posições incómodas, as rotinas repetitivas e até a pressão da competitividade originem perturbações de saúde mais ou menos graves.
O local de trabalho deveria ser um dos mais seguros, mas nem sempre é assim. Enquanto trabalhamos, expomo-nos a certos riscos para o nosso organismo, que podem acarretar, não só problemas físicos de gravidade, como também possíveis perturbações mentais.

 

Prevenção é a melhor arma

Para resolver este sério problema, não há melhor arma do que a prevenção. Isto é, um esforço sistemático que passa, sobretudo, por prestarmos mais atenção à nossa saúde e atuarmos em consonância.
Apesar de prevalecer a sensação de que certas profissões quase não apresentam riscos sérios para a saúde, há que ter precauções em qualquer tipo de trabalho, inclusive nos mais sedentários e de aparência segura.
É certo que algumas áreas laborais, como a construção civil ou a produção fabril de produtos químicos, entre outras, estão mais expostas ao risco de acidentes. No entanto, os trabalhadores de escritório também se expõem a certos problemas, embora menos visíveis, que podem fazer perigar seriamente a saúde.

Ambiente saudável

O escritório pode ser um perigoso foco de doenças, se não foram tomadas as medidas necessárias. Pequenos hábitos, como manter uma postura correta em frente ao computador, colocar o teclado à distância adequada, trabalhar com boa iluminação, fazer pausas com regularidade ou esticar as pernas de vez em quando, podem evitar que soframos os problemas físicos laborais mais comuns, nomeadamente dores de costas, dor de cabeça, dificuldades visuais ou doenças musculoesqueléticas. Estes conselhos são igualmente válidos para quem faz da sua casa o escritório, permanecendo em regime de teletrabalho.
A nível psicológico, também podemos atuar para que o emprego não seja um foco de preocupações excessivas, nervos descontrolados ou stress. É muito importante que nos sintamos bem nas tarefas que desempenhamos, sendo, igualmente, necessário investir numa relação saudável com os colegas, superiores e subordinados. É preciso sublinhar que as melhorias na interação entre o pessoal constituem, em última análise, um benefício para todos, pelo que devem ser um objetivo comum. Só assim conseguiremos evitar ser afetados por problemas psicológicos, como ansiedade, depressão, alterações do sono ou irritabilidade.
Em poucas palavras, devemos adquirir a consciência de que todas as rotinas pouco saudáveis, as quais nos acostumámos a aceitar como parte do trabalho, podem afetar-nos muito negativamente. Em seguida, abordamos alguns dos perigos mais relevantes, bem como as soluções práticas para tornar o ambiente laboral mais saudável, onde o bom rendimento, o equilíbrio e o bem-estar sejam umas constantes.

Lesões nas costas e no pescoço

Alguns movimentos bruscos ou determinadas posturas podem provocar lesões mais ou menos graves nas costas e na região do pescoço. A manipulação de cargas, uma posição mantida durante muito tempo, seja de pé ou sentado, a adoção de posturas em que o tronco se inclina para a frente são algumas das situações que podem conduzir a dores musculares nas costas, pescoço ou zona lombar, podendo ainda dar lugar a lesões mais graves, como hérnia discal, lombalgia ou ciática.
A dor específica no pescoço e na zona alta das costas está, geralmente, associada a más posturas ou a tensão muscular, devido à forma de sentar, à posição da cabeça e pescoço e à posição dos braços e pulsos, quando se está ao computador. A dor lombar, por seu lado, tem relação direta com a manutenção de posturas incorretas, de pé ou sentado.

Como Prevenir

Estar sentado pressupõe uma sobrecarga dos músculos lombares. Por isso, a cadeira deve ajudar a manter uma postura correta e uma adequada circulação sanguínea. É, portanto, necessário que o assento seja estável, regulável e adaptável à altura e tarefa específica de cada pessoa. Deve permitir uma postura relaxada, nem demasiado rígida nem demasiado distendida, com os ombros direitos, a parte superior das costas apoiada no encosto e os pés assentes no solo. Há que evitar o excesso de pressão nas coxas, mantendo um ângulo de 90º com o tronco. O monitor do computador deve de estar diretamente à frente – nunca de lado –, a uns 80 cm de distância e com o bordo superior ao nível dos olhos. Para proteger o pescoço, é aconselhável utilizar um sistema mãos-livres ao telefone, bem como efetuar descansos periódicos e breves alongamentos.

Esforços repetitivos

Algumas profissões exigem do trabalhador movimentos que se repetem continuamente. Laborar em linhas de montagem em série – seja qual for o setor de atividade – ou de produção têxtil ou de calçado – para dar apenas alguns exemplos – exige tensão muscular e esforços repetidos a grande velocidade, de um pequeno grupo localizado de músculos e tendões. Muitas vezes, este tipo de trabalho dá lugar a alterações musculoesqueléticas, que afetam distintas partes dos membros superiores, como mãos, pulsos, braços, cotovelos e ombros, ou da região cervical. Algumas dessas perturbações apresentam-se apenas como dores difusas, mas outras são manifestações clínicas bem definidas e com nome próprio. Algumas das mais conhecidas são:

  • Síndroma do túnel cárpico – Produz-se devido a um trabalho repetitivo com o punho dobrado. É muito comum nas pessoas que utilizam o rato do computador, durante grande parte do tempo. O sintoma mais habitual é um formigueiro e dor difusa na zona dos dedos.
  • Tendinite – Ocorre quando se inflama um tendão e se sente dor, inchaço e dificuldade de movimento. Costuma produzir-se no cotovelo e no pulso.
  • Bursite – Consiste numa inflamação das articulações. Ocorre, especialmente, nos trabalhadores da construção civil, jardineiros, sapateiros ou carpinteiros, cujas tarefas tendem a sobrecarregar algumas articulações.

 Como Prevenir

Para evitar este tipo de lesões, é fundamental trabalhar com o equipamento adequado e num ambiente ergonomicamente correto. Para tal, é importante adotar uma série de medidas. O teclado deve ser independente do monitor e há que deixar um espaço necessário – no mínimo, 30 cm – para apoiar os braços a as mãos.
Cotovelos, antebraços e mãos devem situar-se à altura da mesa ou área de trabalho, também em ângulo reto e com os pulsos os mais direitos possível, para não ter de ser levantar os ombros ao teclar. Os toques no teclado devem ser suaves, mantendo os dedos e as mãos relaxadas.
Quanto ao rato, deve situar-se próximo do teclado, de forma que possa utilizá-lo sem ter de esticar o braço ou virar o corpo. A sua forma deve ser ergonómica. Também é conveniente tentar reduzir o ritmo de trabalho, assim como efetuar pausas regulares.

Lesões nas pernas

Embora possa parecer totalmente inofensivo, estar sentado durante muitas horas seguidas ou, pelo contrário, manter-se o mesmo tempo em pé pode dar lugar a doenças como hemorroidas ou ciática, para além de problemas circulatórios, como varizes, devido à pressão do assento e à pouca mobilidade dos membros ou consequência do efeito da gravidade, respetivamente.

Como Prevenir

  • É preferível estar sentado do que de pé, quando o trabalho não requer grandes esforços. Na cadeira, há que ir efetuando pequenos movimentos, para ativar a circulação, assim como evitar cruzar as pernas. É recomendável o uso de um apoio para os pés, pois favorece a posição do corpo, reduzindo a tensão e o cansaço das pernas.
  • Quando é obrigatório estar de pé, os braços devem ficar à altura da cintura e é preciso ter a preocupação de não dobrar as costas. Alternar períodos em pé com períodos sentado é a melhor opção, sempre que seja possível. Finalmente, efetuar alongamentos, ao longo do dia, é de uma grande utilidade.

Transtornos psicológicos

Diversos estudos científicos já identificaram como causas principais de muitos problemas psicológicos os fatores risco relacionados com a organização do trabalho e as relações laborais. São os chamados fatores psicossociais, que incluem elevadas exigências psicológicas – pressão nos tempos de realização das tarefas, exigências emocionais e cognitivas, entre outras; ausência de controlo sobre as condições laborais – falta de autonomia para a realização das funções, trabalho monótono e sem estímulos; falta de apoio social, tanto dos companheiros como dos superiores; e falta de recompensas e incentivos.
Embora o stress seja uma alteração psicológica muito difícil de controlar, a atitude perante o trabalho e a força mental podem ajudar a evitá-lo.

Perturbações do ritmo circadiano

Um dos principais problemas das pessoas que trabalham por turnos é que se lhes exige manter o organismo ativo em momentos em que ele necessita de descanso e vice-versa. Trabalhar quando a maioria das pessoas está a dormir e descansar quando todos os outros estão ativos provoca, frequentemente, um desajuste no ritmo de vida e, inclusive, um afastamento da vida familiar e social.
Está demonstrado que o trabalho por turnos influencia de forma negativa os ritmos biológicos do ser humano, o qual está biologicamente programado para a atividade diurna e o descanso noturno. Por esta razão, o trabalho noturno é considerado como uma prática pouco natural e saudável, podendo acarretar alterações do sono, perda de apetite, perturbações nervosas ou gastrointestinais.

Pressão psicológica

Designa-se por "mobbing" a imposição sistemática de pressão psicológica no trabalho. Consiste numa deliberada atitude de desgaste contra um empregado, em geral motivada pela intenção de fazê-lo abandonar voluntariamente o posto. A pressão pode ser praticada de forma subtil, sem que, muitas vezes, os restantes colegas se apercebam. Mas nem sempre é exercida por um superior hierárquico: também é frequente entre colegas. As motivações costumam ser a inveja, os ciúmes e os ressentimentos.
Esta forma de maltrato psicológico pode originar estados muito negativos, como falta de concentração, perturbações do sono, irritabilidade ou, em casos mais graves, ansiedade e depressão. Pode, igualmente, produzir danos fisiológicos, como subida da tensão arterial, problemas digestivos ou quebra das defesas imunitárias.

Como Prevenir

Quando sentirmos que existe algum tipo de pressão psicológica no emprego, o melhor é falar com o responsável dos Recursos Humanos ou, inclusive, com a própria pessoa que está a exercer a pressão, para tentar chegar a um acordo que coloque um fim definitivo à perseguição.
Se a pressão já vem de trás, a primeira coisa a fazer e torna-se consciente da sua existência, denunciar a situação e, caso não se obtenha feed-back, recorrer a um psicólogo ou a associações especializadas, em busca de ajuda e conselho sobre como lidar com o assunto.

Perturbações causadas pela luz

Os empregos que implicam olhar para um monitor durante horas a fio podem provocar cansaço, fadiga visual e visão desfocada. Tal deve-se à sobrecarga da pupila ocular, forçada a fixar-se num écran durante demasiado tempo, sem pausas. O subsequente transtorno manifesta-se com picadas e ardor nos olhos, lacrimejo, sensação de pálpebras pesadas, visão desfocada e dor de cabeça.
Um posto de trabalho com pouca luz ou mudanças bruscas de iluminação podem danificar a vista. Há que ter em conta, não só a iluminação da área de trabalho, mas também a energia que emana do écran do computador. Assim, a ofuscação constante e excessiva produz fadiga visual e, com o tempo, dores de cabeça e alterações anímicas.

 Como Prevenir

A adequada iluminação dos ambientes laborais é fundamental para prevenir transtornos visuais. No entanto, para alcançar um bom nível de conforto visual, não é suficiente ter muita luz: é necessário obter um equilíbrio entre a quantidade, qualidade e estabilidade da mesma. É importante que a iluminação seja uniforme e que não se produza ofuscação, reflexos e contrastes excessivos.
O ideal é usar luz natural, evitando a luminosidade intensa, através do uso de cortinas ou persianas. Se a luz natural não for suficiente, deve recorrer-se a uma fonte auxiliar. A luz deve chegar de forma uniforme e iluminar corretamente a área de trabalho.
Também é importante evitar que as fontes de luz se reflitam no monitor. Felizmente, os écran dos novos computadores dispõem de um tratamento antirreflexo, que atenua este problema.

Perturbações causadas pelo ruído

Nalgumas profissões, o ruído e o mau isolamento acústico dos locais podem resultar muito incómodos e danosos. E o principal problema é que os trabalhadores se acostumam a esse incómodo, sem se darem conta de como pode afetar a respetiva saúde auditiva e bem-estar físico. Além de dores de cabeça, o excesso de ruído pode dar lugar a perturbações tão graves como a hipoacusia ou a surdez.
Nos trabalhos de escritório, as impressoras, os telefones, as fotocopiadoras, os faxes, os equipamentos de ar condicionado e, principalmente, as vozes dos restantes colegas são os fatores que mais incidem nessa acumulação intolerável de ruído. Normalmente, os níveis de ruído num ambiente de escritório não costumam alcançar patamares perigosos para a saúde, para podem contribuir para outros problemas, como nervosismo, insónias, falta de concentração ou dores de cabeça.

 Como Prevenir

Obviamente, nem todos os sons são, em si mesmos, ruído. É importante evitar, sempre que possível, a proximidade de maquinaria ou aparelhos que sejam fonte de ruídos desagradáveis. Nas tarefas que requerem concentração, há que procurar o isolamento das fontes de ruído próximas.

Doenças de pele

As doenças de pele originadas no ambiente de trabalho são razoavelmente comuns. A mais habitual é a dermatite de contacto, produzida por agentes químicos contidos em produtos como o cimento ou as luxas de látex.

 Como Prevenir

A única maneira de prevenir este tipo de enfermidades consiste em evitar o contacto com os agentes causadores, aplicando todas as medidas de segurança possíveis e sujeitando-se a controlos médicos regulares.

Doenças pulmonares

A exposição repetida e prolongada a certas substâncias pode causar um conjunto de doenças pulmonares, cujos efeitos perduram após o afastamento da dita substância. Os minérios de carbono são o exemplo mais conhecido deste tipo de problemas, mas não é o único. Trabalhar numa garagem ou numa fábrica têxtil também expõe perigosamente aos efeitos de gases, produtos químicos, pós e fibras que podem provocar danos nos pulmões. Os sintomas são: tosse, expetoração, dificuldade para respirar, dor e opressão no peito.
Por sua vez, a asma ocupacional deve-se à inalação de certos irritantes, como pós, gases, fumos ou vapores.

 Como Prevenir

A melhor alternativa para evitar este tipo de doenças pulmonares consiste em tentar diminuir a emissão das ditas substâncias ou utilizar máscaras protetoras. Além disso, é importante não fumar e utilizar todos os meios de proteção ao nosso alcance.

Trabalho e cancro

Embora, em muitos casos, não seja possível certificar e demonstrar que existe uma relação direta entre o aparecimento de certos tumores malignos e o ambiente laboral, o certo é que a exposição a certos agentes físicos ou químicos acelera o aparecimento de alguns tipos de cancro.
Os cancros do pulmão, da pleura, das fossas nasais, da bexiga e a leucemia são alguns dos "tumores laborais" mais comuns. Na sua origem, podem estar elementos físicos, como as radiações ionizantes ou o pó de madeira, bem como agentes químicos, como o conhecido amianto, benzeno, anilinas, dissolventes orgânicos, certos metais, entre outros.
Existem vários organismos e programas internacionais dedicados a avaliar a capacidade cancerígena de diferentes agentes químicos e biológicos, os quais já identificaram mais de 900 desses agentes, classificando-os segundo o seu potencial cancerígeno.

Síndroma do edifício doente

Síndroma do edifício doente: assim foi definido pela Organização Mundial de Saúde o conjunto de perturbações originadas pelo mau estado de um edifício, problema que afeta mais de 20% dos ocupantes destes espaços insalubres.
Alguns dos sintomas característicos são: fadiga e abatimento, irritação da pele, secura ocular e/ou nasal, irritação na garganta, dificuldade para respirar, dores de cabeça ou constipações persistentes.
A maioria dos problemas desta síndroma tem a sua origem no funcionamento incorreto dos sistemas de ar condicionado, que não conseguem manter a qualidade ótima do ar interior. Ou seja, produz-se uma concentração de compostos contaminantes no ar, precisamente por falta de regeneração do ambiente com ar procedente do exterior. Os sintomas desaparecem quando se abandona o edifício.

Conselhos para um teletrabalho mais tranquilo e produtivo

A crise da covid-19 impulsionou o conceito de home office, mas é necessário adaptar o espaço de trabalho para assegurar um ambiente tranquilo e produtivo. Eis algumas sugestões para melhorar o espaço de trabalho em casa. 

    • Separe o espaço de trabalho da zona de estar

Se possível, procure designar uma divisão da casa unicamente para o trabalho. Quando se trabalha em casa, é vital que haja uma separação entre as zonas de trabalho e de lazer. Escolha um espaço de trabalho longe das distrações quotidianas. O ideal é optar por uma zona calma, preferencialmente que não seja um local de passagem dos restantes membros da família.

    • Aproveite a luz natural

A luz desempenha um papel importante no design de espaços residenciais. O mesmo é válido para o seu espaço de trabalho. Escolha uma área de trabalho que seja agradável e iluminada durante o dia, sobretudo se trabalha com um computador. Em dias sombrios, os candeeiros com abajour fornecem uma luz agradavelmente quente.

    • Mantenha a zona de trabalho arrumada

Uma mesa arrumada é essencial para o trabalho bem-sucedido. Invista em recursos de organização, como caixas de armazenamento, bem como um bloco de notas. Evite ao máximo acumular papel e incontáveis ​​post-its.

    • Seja criativo

Um escritório em casa oferece a oportunidade de projetar o espaço de trabalho de acordo com o seu próprio gosto pessoal. Aproveite esta oportunidade e dê uma nova vida ao seu home office, adicionando adereços decorativos, obras de arte e novas cores. Crie um espaço único e totalmente personalizado.

    • Traga a natureza para sua casa

Plantas em vasos são ideais para tornar o espaço mais acolhedor, proporcionam um agradável toque de cor, sem muito esforço, e melhoram a qualidade do ar. Escolha plantas de meia-sombra e, acima de tudo, espécies fáceis de cuidar.

    • Mantenha uns lanches saudáveis ​​à mão

Ataques de fome são frequentemente uma razão para deixar o local de trabalho à procura de comida. Evite distrações desnecessárias reservando perto de si alguns petiscos saudáveis, como nozes ou frutos secos. Dessa forma, o seu fluxo de trabalho não é interrompido desnecessariamente.

    • Preste atenção à limpeza

A limpeza básica é essencial, especialmente no que diz respeito a um trabalho eficiente. Uma zona de trabalho limpa origina a realização de tarefas com sucesso e sem perturbações. Reserve alguns minutos todas as noites e prepare o seu local de trabalho para o dia seguinte, de modo a encontrar uma mesa arrumada pela manhã. Fonte: Engel & Völkers

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